Laboratório de Gestão do Território

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Laboratório de Gestão do Território

Impactos das mudanças climáticas sobre a Zona Costeira da América Latina

A Comissão Econômica para América Latina e Caribe (CEPAL), em conjunto com o Instituto de Hidráulica Ambiental da Universidade da Cantabria, Espanha, elaboraram um estudo abrangente sobre os impactos do aquecimento global sobre a zona costeira da América Latina. Com vasta documentação cartográfica e observações quantitativas e qualitativas, o estudo oferece uma síntese dos prováveis efeitos das mudanças climáticas sobre a zona costeira latino-americana.

Relatório em pdf disponível na página da CEPAL

 

Rural do Rio de Janeiro promove curso de mestrado em desenvolvimento territorial

A Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) promove curso de mestrado acadêmico em Desenvolvimento Territorial.

Maiores informações podem ser obtidas pelo folder abaixo (.pdf)

Folder_Rural

 

O Rio é a cidade que reúne o maior número de favelados do País

No Rio de Janeiro 1,39 milhão de pessoas em 763 vive em aglomerados subnormais, segundo os critérios do IBGE. Um em cada cinco cariocas (22%) vive em favela. A taxa é o dobro da de São Paulo, que tem 1,28 milhão de habitantes na mesma condição (11% de sua população).

A maior favela do Brasil, a Rocinha, fica no Rio. A terceira colocada no ranking nacional também é carioca: Rio das Pedras, na zona oeste. Se fosse somada à comunidade adjacente, ficaria à frente da favela Sol Nascente, no Distrito Federal, a segunda no ranking oficial. Rocinha e Rio das Pedras foram grandes destinos de imigrantes nordestinos.

Apesar de não agrupadas pelo IBGE, as favelas da região da Maré, na zona norte, formam um complexo que reunia 64,2 mil moradores em 2010. O Complexo do Alemão, também na zona norte, tinha 58,4 mil habitantes, se somadas as populações de favelas contíguas, critério não usado pelo IBGE. Conjuntos habitacionais favelizados não entraram na conta dos chamados aglomerados subnormais. Entre eles, a Vila do João, na Maré, e grande parte da Cidade de Deus.

"O Rio é paradigmático. É uma cidade em que a segregação está em cada bairro", diz o geógrafo e professor da UFRJ Claudio Egler, que participou da comissão técnica do estudo. Egler cita como fatores a falta de uma política habitacional decente e o "grande problema" do sistema de transportes públicos no Rio.

Leia a íntegra da matéria publicada em O Estado de São Paulo

 

Brasil tem 11,4 milhões em favelas

O Brasil tinha 11,42 milhões de pessoas morando em favelas, palafitas ou outros assentamentos irregulares em 2010. O número corresponde a 6% da população do País, revela o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na publicação Aglomerados Subnormais, baseada em dados do último Censo. Só a Região Metropolitana de São Paulo, com 2,16 milhões de pessoas vivendo em favelas, responde sozinha por 18,9% de toda a população em submoradias.

"O grande aumento da população de favelas é algo que já vinha sendo observado nas metrópoles", diz o geógrafo e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Claudio Egler, que participou da comissão técnica do estudo. Segundo ele, a informação sobre aglomerados pode estar subestimada nos censos anteriores, mas o aumento acima da média nacional "é real".

Leia a ítegra da matéria de Felipe Werneck e Luciana Nunes Leal para O Estado de São Paulo

 

Inteligência Territorial e Zoneamento Ecológico-Econômico

Em seminário promovido pela Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo para avaliar a metodologia disponível para a elaboração do Zoneamento Ecológico-Econômico do estado, o Professor Claudio Egler apresentou proposta de aplicação dos princípios da inteligência territorial como balizas importantes no processo de elaboração e implementação do zoneamento enquanto instrumento de políticas publicas.

Veja a integra da apresentação em arquivo pdf

 


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